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Relato da viagem a Pousada Amazon Roosevelt

Olá, amigo pescador! Te convido a me acompanhar em uma incrível experiência no Sul da Amazônia.

Quando uma pousada entra em contato para trabalhar com a Labadee, obrigatoriamente a nossa equipe viaja até o local para inspecionar a qualidade, conforto e segurança, a fim de proporcionar aos nossos clientes as melhores expedições de pesca.

Desta vez, não foi diferente. Fomos convidados a conhecer a estrutura da Pousada Amazon Roosevelt e o destino era o sul da Amazônia.

Foi a primeira viagem que fiz como integrante da equipe Labadee e para aprender da forma correta, tive a companhia e experiência de um dos sócios proprietários, o Gláucio. 

Embarcamos no começo do mês de Junho, data considerada naquela região o fim da temporada de peixes de couro e o início da temporada de peixes de escamas. Como em todo período de transição, não sabíamos o que nos esperava. 

Somos pescadores de iscas artificiais e os peixes de escamas chamam muito mais a nossa atenção, então estávamos muito animados e ansiosos.

A Pousada Amazon Roosevelt está localizada na foz do Rio Roosevelt com o Rio Aripuanã e aquela região fornece possibilidades de pesca nos seguintes rios: Roosevelt, Aripuanã, Buiuçu e Guariba, além de lagoas que são excelentes para a pesca de Tucunarés.

Para chegar na Pousada existem duas opções: via Porto Velho – RO ou por Manaus – AM. Em nossa viagem, fomos convidados a ir por Porto Velho – RO.

• Primeiro dia

Saímos de Curitiba com destino a Campinas. De Campinas, embarcamos com destino a Belo Horizonte e depois de 4h de voo, desembarcamos em Porto Velho.

No aeroporto, fomos recebidos pelo Eric, nosso motorista. Ele nos recebeu extremamente bem e pegamos a estrada em direção ao município de Humaitá para pegarmos a balsa cerca de 200 km.

Depois da travessia,  a reta final: 300 km de estrada de terra Transamazônica. 

Dentre muitas coisas que vimos e rios que atravessamos, encontramos um sujeito um tanto quanto curioso e aventureiro. O ciclista Renato Campinho estava ali, no meio da estrada, fazendo seu café da manhã. Paramos para conhecê-lo e escutarmos sua história de vida. Seu propósito é sair pedalando sem rumo certo e dessa forma, ele já pedalou o mundo em sua bike.

Ciclista Renato Campinho

Enfim, após muitas belas paisagens, finalmente chegamos. Fomos muito bem recebidos pelo proprietário Eduardo e por cada um de seus colaborados, que fizeram questão de nos cumprimentar e desejar boas-vindas.

Registro da chegada a Pousada Amazon Roosevelt

Após um almoço de primeira, nos retiramos para descansar um pouco. 

Banquete do almoço

Quando acordamos, fomos convidados a dar uma volta para conhecer os arredores da Pousada e quem sabe capturar um belo Tucunaré. A Amazônia tem suas magias, mas ser ajudado a organizar minhas tralhas de pesca por uma Arara, confesso que foi a primeira vez que me aconteceu rsrsrsrs. Aprendi dicas importantes da isca ideal e escutei com atenção os macetes da região, Juju como carinhosamente é chamada é muito dócil e acostumada com visitantes.

Arara-azul me ajudando a arrumar os equipamentos de pesca

Saímos para pescar nos arredores da Pousada e notamos um grande potencial de pesca. Em apenas 10 minutos de navegação, chegamos em uma pequena lagoa e em 1 hora, capturamos cerca de 10 Tucunarés.   

Arredores da Pousada

1 dos belos Tucunarés capturados

Com esse resultado empolgante, relaxamos e aumentamos ainda mais as expectativas para o próximo dia. 

• Segunda dia

Acordamos empolgados por volta das 5h30, tomamos café da manhã e seguimos para o deck de saída.

Caminho para o deck de saída
Caminho para o deck de saída

Chegando no Deck conhecemos o nosso guia Cipa, um pescador muito bacana e experiente. Ele foi nosso guia durante todos os dias. Saímos dali em direção a algumas cachoeiras e corredeiras atrás das vorazes cachorras. Preciso destacar que a Pousada Amazon Roosevelt está localizada em um dos rios mais bonitos do Brasil, com corredeiras, cachoeiras e e quedas d’água por toda a sua extensão. Subimos em umas pedras ao lado de uma dessas cachoeiras e começamos os arremessos, essa modalidade de pesca fizemos com iscas de meia água.

Modalidade de pesca com iscas de meia água

Após alguns minutos, meu parceiro Gláucio demonstrou seus anos de experiência. Com uma linda tomada de linha e muitos pulos, ele entrou na briga com uma grande Cachorra, mas depois de um tempo brigando,  ela simplesmente escapou. Porém, um bom pescador é aquele que não desiste e com esse pensamento insistimos mais um pouco e finalmente capturamos outro belo exemplar da espécie.

Registro da captura de uma linda Cachorra

Depois de mais algumas tomadas de linha sem vermos a cor das Cachorras, resolvemos pescar as famosas Apapas, visto que a época em que fomos estava propícia para elas. Mudamos a modalidade e pela primeira vez na minha vida, pratiquei a pesca de Fly. Confesso que fiz mais força do que quando bati Traíra com a vara de bambu hehehe, afinal eu acreditava que a força era o segredo para alcançar longas distâncias em arremessos. Ainda vou precisar de mais uns anos de prática para pegar o jeito. Encontramos grandes cardumes de Apapas, mas eles não estavam comendo, apenas exibindo a bela cor dourada.

O almoço foi em uma ilha incrível e eu aproveitei registrar algumas fotos do local. Simplesmente lindo! 

Registro da linda paisagem onde almoçamos

Depois de um delicioso almoço e um bom descanso, pescamos mais um tempo e resolvemos voltar para a Pousada, pois estávamos longe. No caminho da volta, fizemos uma parada para pescar Corvina em um poço. Pegamos alguns exemplares pequenos, mas valeu a experiência. 

Ao chegarmos no deck da pousada, recebemos a notícia de que no próximo dia, abriríamos a temporada de pesca em uma lagoa, atrás dos Tucunarés. A expectativa já aumentou muito e confesso que a ansiedade também.

Todas as noites eram embaladas por um delicioso jantar e um bate papo com o Eduardo e sua esposa Rosi. Conhecemos ainda mais a Pousada e sua história, que por estar tão longe da capital, oferece aos seus hóspedes rede Wi-Fi e TV a cabo.

Acompanhando o time do coração, mesmo de longe.

• Terceiro dia

Com a mesma rotina de toda manhã, encontramos nosso guia no deck e seguimos para a Lagoa do Ipicioca. Um pouco antes de chegarmos na Lagoa, o Gláucio avistou um Sangrador. Paramos o barco e foi sucesso. Primeiramente tentamos com o Fly, porém, mais uma vez não conseguimos uma foto com as Apapas.  A experiência valeu a pena, pois realizei a minha primeira captura com o Fly, de uma Piranha haha, faz parte!

Minha primeira captura com o Fly

Melhorei um pouco meu arremesso e logo depois consegui capturar um Tucunaré filhote. Como dizem na pesca de Robalo: “nasceu na enchente e eu peguei na vazante”, mas meu coração olhava para o Bait e pensava em um plug.

Tucunaré filhote

O Gláucio comentou que na saída iríamos tentar bater um plug para ver o resultado. Depois de muita ação, o Gláucio capturou um belo exemplar.

Gláucio com o belo exemplar de Tucunaré

Seguimos rumo a Lagoa e por sermos os primeiros a entrar nela naquela temporada, nos deparamos com um cenário bem fechado, cheio de galhos e árvores. A experiência do nosso guia foi crucial para limpar o caminho. Entramos na Lagoa e encontramos um cenário não muito agradável, pois a água estava muito alta e dentro da mata. Entretanto, o local mostrou seu potencial e ao longo do dia, capturamos cerca de 50 Tucunarés. 

Registro da minha captura de Tucunarés na Lagoa

• Quarto dia

Acordamos cedo para irmos atrás das famosas Jatuaranas e Matrinxãs. Pegamos o rumo das corredeiras do Rio Buiuçu e durante o percurso, fomos contemplados com o nascer do Sol. São essas cenas que só fazem a minha paixão pela pesca esportiva aumentar.

Nascer do Sol no caminho para a Cachoeira da Samauma

Ao chegarmos, nos deparamos com um lugar magnífico e fomos presenteadas pela natureza ao presenciar uma Anta se alimentando de algas nas pedras da cachoeira. Ela pareceu não se importar com a nossa presença e nós aproveitamos para chegar bem perto. 

Anta se alimentando de algas nas pedras da cachoeira

Iniciamos a nossa pescaria nas corredeiras atrás da famosa Jatuarana e após alguns pinchos, já tivemos as primeiras ações. As Matrinxãs foram as primeiros a aparecer, mas os Tucunarés e as Piranhas também se mostraram atraídos pelas iscas de meia água.

Depois de subir e descer muitas vezes a corredeira, paramos em uma ilha para fazer um lanche e descansar. Aproveitei para descer na ilha e começar a mandar uns arremessos em pontos que não conseguíamos de barco. O Gláucio se sentiu motivado e fez o mesmo, porém, com mais sucesso.  No primeiro ponto de seu arremesso, lá estava ela, a famosa Jatuarana. Esse exemplar era de aproximadamente 5 kg e começou a roubar a linha e a cravar uma batalha com ele, que logo percebeu que a margem não era favorável para retirar o peixe. Gláucio chamou o guia, que prontamente pegou o alicate de contensão e correu até ele. Fui na sequência e levei a câmera para registrar o momento e após algumas tentativas de colocar o alicate de contenção na boca do peixe e outras tomadas de linha,  ela mostrou o motivo de ser tão procurada e escapou. Não desanimamos, pois isso faz parte de toda pescaria.

Como tivemos sucesso na opção das ilhas, começamos a parar em todas elas. Na segunda parada foi a minha vez de sentir a emoção na ponta da linha. O peixe era muito forte e com a ajuda das corredeiras, ficou ainda mais turbinado, como se repetisse o acontecido com o Gláucio. Depois de alguns minutos de batalha, mais uma vez ela se esquivou do alicate de contensão e conseguiu se libertar.

Essa realmente é uma foto que faltou de nossa viagem, mas alimentou ainda mais a nossa vontade de voltar lá para conseguir mais esse registro. Entretanto, em nossa mente ficou gravada essa experiência e todas as roubadas de linhas e pulos cinematográficos. Pratiquei essa pescaria pela primeira vez e já virei fã! Jatuaranas nas corredeiras. 

Nessa época em que viajamos, existem muitas borboletas na região. Como de costume, as fotos são sensacionais.

Registro das borboletas

Registro das borboletas

No caminho de volta a Pousada, paramos em um ponto de Apapas e finalmente consegui minha foto! Confesso que era pequena para um local que oferece exemplares de 6 kg, mas como consegui a captura no Fly, valeu a pena. Meu professor Marcus Konze sentiria orgulho do aluno, rsrsrs.

Captura no Fly de Apapas

No jantar, fomos agraciados por uma costela fogo de chão, um habito da pousada a seus clientes.

• Quinto dia

Chegamos ao último dia de pesca com aquela sensação de missão cumprida. Os locais de pesca tinham sido explorados e em todos eles, o potencial de peixe tinha sido mostrado.

Fomos convidados a conhecer a outra Lagoa que a região oferece para a pesca de Tucunarés e infelizmente, devido a altura das águas, estava sem condições para a pesca. Ficamos tristes, mas aproveitamos o dia para voltar na primeira Lagoa que visitamos. Como de costume, paramos no famoso Sangrador da Lagoa e conseguimos uma foto com o Matrinchã e alguns outros exemplares no Fly.

Matrinchã capturado no Fly

Na saída, batemos alguns plugs na boca do Sangrador e tivemos uma grande surpresa: o maior Tucunaré da viagem. Um lindo exemplar de Vazzoleri da região. A isca utilizada foi a João Pepino com anzol single.

Captura do maior Tucunaré da viagem

Após a sessão de fotos e a devida devolução do peixe ao rio, seguimos rumo a Lagoa. Ao chegarmos, tivemos uma sensação de troca bem feita. Era como se o rio guardasse o melhor para o último dia. Dito e feito!

Ações na superfície, explosões, dublês, tomada de linha… enfim, tivemos o resto do dia cheio de boas surpresas.

Assim, encerramos nossa aventura pelos locais de pesca da Pousada Amazon Roosevelt, que até aqui, foi o lugar mais bonito que eu já fui e uma das melhores pescarias que eu já fiz.

Agradeço ao Gláucio pela paciência e por todos os ensinamentos.

Agradeço ao Eduardo e a sua esposa Rosi pelo convite. Estamos extremamente satisfeitos com a Pousada e recomendamos com o selo de qualidade Labadee.

A Amazon Roosevelt é uma operação que todo pescador deve conhecer.

Dedico esse relato ao meu Pai Zeca (+07-12-2017), que me ensinou a gostar desse esporte e hoje faz parte da minha profissão. Como queria poder contar a ele como foi e marcar uma viagem para lá.

OBS: a Pousada possui locais avançados de pesca que não tivemos tempo de conhecer, mas pode ser parte de novos relatos, não é mesmo?! Fique de olho no nosso blog!

Abraço a todos, e obrigado por participarem da viagem através dessa leitura. 

9 Responses
  1. Daniel Ricardo Canestraro

    Show de bola Fellipe!!! Certeza que o querido Zecão estaria orgulhoso e toparia uma pesca contigo por lá!! Grande abraço amigo!!!

    Daniel Canestraro

  2. Fellipe, que linda viagem!

    Fiquei louco pra conhecer a região. Papagaio, anta, borboletas, variedade de peixes, que espetáculo da natureza!

    Parabéns pelo relato, muito bem escrito, e pelas fotos! E, acima de tudo, pelas capturas no FLY!!! uhuuuuuuu!!

    E obrigado pela deferência 🙂

    Forte abraço e até a próxima aventura!
    Marcus Konze
    <

  3. JEFFERSON LUCIANO FRANZA

    PARABENS ; O LOCAL É UM PARAISO HEINNNNNNNNN ? LINDAS FOTOS , UM BELO RELATO DE UMA GRANDE VIAGEM . UM DIA FAREI UMA DESSA. FELICIDADES AO FELLIPE , E AO SR . GLAUCIO. ABRAÇOS DE UM SIMPLES PESCADOR ESPORTIVO , E APAIXONADO POR NATUREZA ………

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